Publicado por: jromarq | 15/08/2009

PSDBandidos: caso de polícia!

yeda

As falsetas e contradições do Tucanato não têm limites; exigem ética e transparência em relação à conduta dos adversários, mas, ao que tudo indica, seus próprios correligionários estão acima da lei, acima do bem e do mal. Vejam o caso da “governadora” do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius. A tucana enfrenta graves acusações de ter usado caixa dois em sua campanha eleitoral, muito antes de tomar posse em janeiro de 2007.  E mais: a Polícia Federal desbaratou uma máfia que desviava recursos do Detran gaúcho. Três secretários de governo e Marcelo Cavalcante (o chefe da representação do RS em Brasília) estavam relacionados ao esquema.Todos acabaram abdicando de seus cargos. E não pára por aí. A morte repentina – pasmem! – de Marcelo Cavalcante acrescentou uma grande dose de tragédia ao caso: o corpo do ex-assessor foi encontrado “boiando” no Lago Paranoá, em Brasília. As investigações policiais indicam que ele se suicidou – ou, quem sabe, foi “convidado” a suicidar-se. Cavalcante foi chefe de gabinete de Yeda entre 2002 e 2006 e coordenador de sua campanha eleitoral; o ex-assessor conhecia o PSDB gaúcho intimamente. Com a ausência de Marcelo Cavalcante, parecia ter se perdido uma das mais precisas fontes de informação referentes à campanha e aos primeiros dias do governo Yeda. Entretanto, apenas um mês após sua morte, descobriu-se que o Ministério Público Federal dispunha de gravações extremamente implicantes. As tais gravações indicam que Yeda recebeu dinheiro proveniente de caixa dois tão logo a eleição terminou. Depois do segundo turno, foram coletados R$ 200.000,00 da Alliance One e mais R$ 200.000,00 da CTA Continental. As empresas citadas são duas fabricantes de cigarro (a propósito, e quanto à “lei” antitabagismo do Serra?) que, segundo Cavalcante, fizeram doações em dinheiro vivo. O ex-assessor diz, ainda, que entregou esse dinheiro a Carlos Crusius, marido da governadora. A corriola inteira nega os fatos, mas negar fatos é típico de corruptos e usurpadores do erário. Cavalcante também alerta Yeda sobre o esquema de corrupção no Detran gaúcho e informa ter entregado à governadora uma carta com oito páginas, através da qual o empresário Lair Ferst descrevia o modo como os recursos eram desviados da repartição oficial. Ferst escreveu essa carta para tentar livrar-se da suspeita de envolvimento no esquema. Esse caso vem se arrastando na justiça há muito tempo. Resultado: os procuradores pediram o afastamento da governadora tucana do cargo e, óbvio, o pedido foi devidamente indeferido. A cúpula tucana não tão somente assumiu, de maneira pública, integral e irrestrito apoio a Yeda (mesmo antes do transcurso das investigações), como pretende processar – inacreditável! – os procuradores que exigiram o, mais do que justo, desligamento de Yeda Crusius do cargo. Cabe ressaltar, que apenas as fraudes cometidas pelo governo de Yeda em relação ao Detran gaúcho atingem cifras astronômicas equivalentes a mais de R$ 44 milhões – segundo as milhares de laudas que integram os processos movidos pelos procuradores contra a governadora do PSDB. Um caso abominável de corrupção e “desaparecimento” misterioso de pessoas envolvidas. O decadente e putrefato tucanismo quer agora retomar o poder. Livremo-nos desse cálice!

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Responses

  1. A tucana Yeda é um exemplo que não deve ser seguido.


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