Publicado por: jromarq | 23/07/2010

Desenvolvimento sustentado

O Brasil mudou. Inflação controlada.

No final de 2002, o governo Fernando Henrique Cardoso entregava a Lula um país com inflação de 12,5% e taxa básica de juros de 25% ao ano. O trabalho para reequilibrar a economia foi intenso. Passo a passo, os resultados começaram a aparecer até que a ameaça de um novo surto inflacionário desapareceu do horizonte econômico do país.

Queda de juros

A taxa de juros herdada por Lula – 25% ao ano – travava o crescimento econômico e aumentava a dívida pública. O controle da inflação e o fortalecimento da economia permitiram um corte drástico da taxa fixada pelo Banco Central. No ano passado, pela primeira vez em sua história, o Brasil conseguiu baixar a taxa à casa de um dígito. 

Redução da dívida pública 

Lula reduziu a taxa de juros e realizou o ajuste fiscal necessário para finalmente colocar em queda a relação entre a dívida líquida do setor público e o Produto Interno Bruto (PIB).

Durante a crise internacional do ano passado ocorreu um fenômeno inédito: o indicador dívida/PIB caiu acentuadamente. Um indicativo de que o governo terá, nos próximos anos, uma margem maior para administrar as contas públicas e realizar os investimentos necessários ao desenvolvimento do país. 

Crescimento acelerado

Durante as décadas de 80 e 90, o Brasil viveu o que alguns economistas chamam de “efeito sanfona” – crescimento seguido de estagnação e vice-versa. Resultado de uma política econômica baseada em juros altíssimos e numa grande vulnerabilidade a qualquer crise externa. Entre 1998 e 2002, o PIB brasileiro teve um aumento médio de apenas 1,7%.

A situação se inverteu no governo Lula. Com ele, o Brasil passou a viver um novo ciclo de desenvolvimento econômico. O PIB cresceu em média 4,2% entre 2003 e 2008. E a média projetada pelo Ministério da Fazenda, para o período 2009/2014, é de 6,5%.

Recorde na Geração de Empregos 

 

Durante os oito anos do governo de FHC e Serra, o Brasil gerou cinco milhões de empregos formais. Com Lula e Dilma, até maio de 2010, já foram gerados mais de 13 milhões com carteira assinada. A comparação não deixa dúvida: criar empregos é uma preocupação central deste governo. Mesmo no auge da crise internacional, o país criou um milhão de postos de trabalho.  

A ampliação do mercado de trabalho foi tamanha que, coisa impensável alguns anos atrás, o emprego formal passou a crescer mais que o informal. E esse fenômeno veio acompanhado por outros, igualmente interessantes. O poder de compra do salário mínimo em cestas básicas cresceu de 1,4 cestas em janeiro de 2003 para 2,3 cestas em março de 2010.  

A explicação para tantas mudanças é simples: o governo Lula acertou na política econômica geral e em suas políticas públicas a favor do emprego e do trabalhador. Programas como o Bolsa Família, o Pronaf e o Mais Alimentos dinamizaram as economias regionais. Outros, como o PAC e o Minha Casa, Minha Vida, coordenados por Dilma, criaram uma demanda até então inédita por mão-de-obra. O mesmo vai acontecer com o Pré-Sal e, claro, com a vinda da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos.

Não por acaso, o emprego está crescendo de forma particularmente rápida este ano. Todos os números registrados nos primeiros cinco meses de 2010 estabeleceram novos recordes: 181.419 empregos em janeiro; 209.425, em fevereiro; 266.415, em março; 305.068, em abril; e 298.041, em maio. Nesse ritmo 2010 poderá entrar para a história como o ano em que o Brasil mais criou empregos formais. O atual recorde pertence ao ano de 2007, quando 1,6 milhão de empregos foram gerados.  

Ganho salarial 

O governo Lula fez do crescimento econômico e da distribuição de renda as duas faces da mesma moeda. Por esse caminho, reduziu a pobreza em ritmo impressionante e promoveu a inclusão social de milhões e milhões de brasileiros.

Os instrumentos responsáveis por essa transformação incluem a geração recorde de empregos, os sucessivos aumentos reais do salário mínimo e os programas de transferência de renda capitaneados pelo Bolsa Família.
 
A título de comparação, vale lembrar que, em 2003, o salário mínimo comprava 1,4 cesta básica. Com Lula, passou a comprar 2,3 cestas básicas. Já a massa salarial dos trabalhadores das regiões metropolitanas passou de R$ 15.2 bilhões, em janeiro de 2003, para R$ 21.724 bilhões em março deste ano –  um aumento real de 42%. 

Crédito em alta 

 

Até 2002, todos se perguntavam por que os juros dos empréstimos eram tão altos no Brasil. Os bancos alegavam alto risco de inadimplência e os clientes fugiam das taxas elevadas. Tudo isso contribuía para minar a força da economia brasileira e, consequentemente, o desenvolvimento do país.

O governo Lula começou a desatar este nó ao criar o crédito consignado. A taxa de um empréstimo para pessoa física caiu de 83,5% ao ano (dezembro de 2002) para 41,1% (abril de 2010). O crédito consignado também beneficiou os aposentados por meio de convênio dos bancos com o INSS.

O crédito para a compra da casa própria também sofreu grandes transformações, garantindo mais segurança tanto para quem compra um imóvel quanto para os bancos que emprestam o dinheiro. Somente no último ano, houve uma alta recorde de 50% no financiamento habitacional. 

Abrindo mercados pelo mundo

 

Nos sete anos da gestão petista, a relação comercial do Brasil com o mundo teve uma mudança drástica. As exportações brasileiras, que patinavam no final da década de 1990, iniciaram um ciclo de forte expansão a partir de 2003.

Um dos segredos para esse êxito foi a diversificação dos mercados. O Brasil ampliou fortemente suas parcerias com a América Latina, a Ásia e a África, sem deixar de lado os Estados Unidos e a União Europeia.

Na comparação entre 2002 e 2009, houve um crescimento de 347% das exportações brasileiras para a Ásia, que saltaram de US$ 8,8 bilhões em 2002 para US$ 39,4 bilhões em 2009. O Mercosul tornou-se o terceiro principal destino das nossas exportações nos últimos anos, junto com os Estados Unidos, entre os anos de 2002 com 2008 deu-se um crescimento de 378%, passando de US$ 3,3 bilhões para US$ 15,8 bilhões.

A política de expansão do comércio Sul-Sul resultou no crescimento médio anual de 48,8% das vendas externas para a África e de 48,5% para o Oriente Médio, desde 2003.

Fonte: Dilma13

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  1. Vanda Régia, Ana Lucia Cipriano :: http://bit.ly/9sVAfD [RT no Twitter]


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