Publicado por: jromarq | 26/07/2010

Energia para crescer

O Brasil mudou. Energia para moradores de comunidades quilombolas e indígenas, assentados da reforma agrária e escolas rurais.

O Brasil viveu uma das mais sérias crises energéticas de sua história durante o governo de FHC e Serra: nove meses de racionamento, entre maio de 2001 e fevereiro de 2002, fruto da falta de planejamento e de um desastrado processo de privatização de empresas de energia. O apagão tucano parou o país, aumentou o desemprego e afetou a vida de cada brasileiro.

A virada veio com o governo Lula. À frente do Ministério das Minas e Energia, Dilma criou um novo marco regulatório para o setor elétrico. Desde então, o Brasil afastou a ameaça de um novo racionamento e ganhou a energia que precisava para voltar a crescer.

Além disso, com Lula e Dilma, o Brasil passou a investir fortemente em energias limpas, como hidrelétricas, usinas eólicas, gasodutos e biocombustíveis, evitando assim a construção de termoelétricas a óleo e a diesel, que produzem energia cara, poluente e contribuem para o aquecimento do planeta.

Esse conjunto de obras e ações explica porque o Brasil está implantando a matriz energética mais limpa do mundo: 47% da energia consumida no país vem de fontes renováveis, não-fósseis, não poluentes. A média mundial é de 12,9%; a dos países mais ricos, 6,7%. 

Luz para Todos

Lançado por Dilma, então ministra das Minas e Energia, em novembro de 2003, o Programa Luz para Todos estabeleceu o desafio de acabar com a exclusão elétrica na zona rural do país. O objetivo inicial era atender 10 milhões de pessoas até o final de 2008, porém um levantamento mais apurado revelou a existência de outros dois milhões de brasileiros carentes de energia elétrica. O Programa seguiu então em ritmo forte e, hoje, já beneficia 11.5 milhões de pessoas, devendo atingir a totalidade de seu público-alvo até o final deste ano.

  1. 11,8 milhões de pessoas beneficiadas
  2. 102 mil moradores de comunidades quilombolas
  3. 103 mil indígenas
  4. 1 milhão de assentados da reforma agrária
  5. 12,2 mil escolas rurais

Os números que envolvem o Luz para Todos impressionam. Além de ter gerado cerca de 346 mil postos de trabalho, diretos e indiretos, o Programa já utilizou 5.8 milhões de postes, 852 mil transformadores e 1.12 milhão de quilômetros de cabos elétricos, quantidade suficiente para dar 27 voltas em torno da Terra.

Fonte: Dilma13

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