Publicado por: jromarq | 12/08/2010

Segurança pública

O Brasil mudou. Ênfase na prevenção.
A violência deixou de ser encarada apenas
como caso de polícia, ganhando um foco
mais amplo e social.

O governo do presidente Lula recuperou o prestígio e a credibilidade da Polícia Federal, implantou a Força Nacional de Segurança Pública e, naquele que talvez tenha sido o seu passo mais ousado, criou o Pronasci (Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania), que articula várias esferas da sociedade – governos, representantes de movimentos sociais, etc. – em busca de soluções para o problema da violência. 

Ou seja, neste governo a violência deixou de ser encarada apenas como caso de polícia, ganhando um foco mais amplo e social. Nesse contexto, a valorização dos profissionais de segurança pública, a ênfase no policiamento comunitário, a realização de obras de infraestrutura social e urbana e a criação de espaços de lazer, esporte e cultura em comunidades mais vulneráveis à violência, como favelas e assentamentos, dividem a mesma atenção, a mesma prioridade. 

Tal articulação tem sido colocada em prática através de várias ações conjuntas com estados, municípios e sociedade civil. É o caso das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), que já levaram tranquilidade para oito comunidades do Rio de Janeiro antes dominadas por traficantes. 

O Programa Territórios da Paz, por sua vez, foi implantando em dez regiões metropolitanas do país e em todas elas, segundo pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas, em julho do ano passado, a população constatou uma melhora sensível na segurança. 

Outra iniciativa pioneira do governo Lula foi a criação da Força Nacional de Segurança Pública, inspirada nas forças de paz da ONU. Ela pode mobilizar até sete mil policiais e bombeiros para atuar em qualquer ponto do país, resolvendo situações de emergência ou apoiando a Polícia Federal no combate às drogas. Todos os integrantes da Força Especial recebem um treinamento especial, que inclui desde técnicas de policiamento até o estudo de disciplinas como Direitos Humanos, e, quando retornam aos seus estados de origem, atuam como multiplicadores do que aprenderam.

Fonte: Dilma13

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