Publicado por: jromarq | 17/09/2010

Brasil supera novo recorde na geração de empregos

Há dois anos, o Brasil
começou a vencer a crise internacional

No dia 15 de setembro de 2008, o mundo acordou com uma notícia que mudaria os destinos econômicos de bilhões de pessoas nos anos seguintes. A quebra do banco Lehman Brothers deu início a pior crise financeira mundial desde 1930. Em uma semana, o banco perdeu 77% do seu valor de mercado e abriu uma quebradeira no sistema financeiro internacional sem precedentes da história.

Nesse momento, o governo também mostrou outra forma de gerir crises financeiras. Não seriam mais anunciados pacotes completos, da década de 1990, com forte desaceleração da economia. O presidente e Lula e a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, anunciaram medidas pontuais e certeiras, com soluções concretas e eficazes para cada setor da economia. Nada de improviso, como se fazia nos anos dos tucanos no país.

Em outubro, o governo percebeu que o melhor jeito de atravessar a crise mundial e transformá-la numa marolinha seria colocar o pé no acelerador e estimular o mercado interno. Naquele mês, foram liberados créditos adicionais para os produtores rurais, cerca de R$ 5,5 bilhões adicionais ao Plano Safra anunciado tradicionalmente em junho. A construção civil teve acesso a créditos adicionais de R$ 11 bilhões, e o BNDES recebeu uma injeção de R$ 7 bilhões do FGTS só para o setor da infraestrutura.

Em novembro, em mais uma resposta forte, o governo anunciou uma nova ampliação do crédito para as empresas e criou linhas especiais de financiamento de eletrodomésticos pela Caixa Econômica Federal de R$ 2 bilhões. Também são criados estímulos aos exportadores e recursos extras do BNDES para capital de giro de pequenas e médias empresas.

O mês de dezembro foi a vez da retirada do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos novos e da redução do o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para compras a prazo e cheque especial. Foi uma renúncia fiscal de mais de R$ 8 bilhões. O Brasil estava preparado para entrar em 2009, acelerando o consumo e reduzindo os efeitos da crise iniciada nos Estados Unidos e que se aprofundou nas economias ricas do continente europeu. Leia mais no blog oficial da Dilma…

Novo recorde histórico de geração
de empregos com carteira assinada em agosto

O Brasil voltou a ter geração recorde de empregos com carteira assinada em agosto, com 299 mil novas vagas, informou, na quinta-feira, o Ministério do Trabalho, com base no Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). No acumulado do ano, já são quase 2 milhões de novos postos, superando o mesmo período de 2008, antigo recorde da série histórica, iniciada em 1991.

O resultado de agosto representa crescimento de 23,7% em comparação ao mesmo mês do ano passado, que havia tido o melhor resultado da série para o período até aquele momento (242.126 postos). Essa é a quarta maior geração mensal de empregos com carteira assinada na história do Caged. O ministro Carlos Lupi manteve a meta de 2,5 milhões de vagas formais para 2010 e previu outro recorde em setembro. O melhor desempenho foi, novamente, em relação ao setor de serviços, com a criação de 128 mil postos. Nos subsetores, as instituições financeiras foram as únicas que não bateram recorde.

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