Publicado por: jromarq | 26/09/2010

O Brasil no Mundo

O Brasil seguirá valorizando uma agenda
positiva com seus vizinhos, promovendo a integração física, energética, produtiva, social
e política da América do Sul.

No governo do presidente Lula, a inserção internacional do Brasil passou a apresentar características inéditas em nossa história. De uma parte, porque o Brasil cresceu bastante como país exportador. De outra, porque foi capaz de atrair novos e muitos investimentos estrangeiros. Mas o principal, nesse campo, foi a nova política externa brasileira. Uma política que deu outro peso e outra densidade à progressiva projeção internacional do país, levando-o a exercer uma liderança efetiva na América do Sul e no mundo.

Mantivemos nossos laços tradicionais, com todo o seu lastro histórico. E, ao mesmo tempo, abrimos o leque de nossas relações. Fortalecemos nossos vínculos com a América Latina, com a África, com os países árabes, com a China e com a Índia. Estimulamos a cooperação entre os países, não as políticas de imposição. Valorizamos as organizações multilaterais, especialmente as Nações Unidas, e defendemos o reordenamento das relações entre os países.

A nova postura transformou o Brasil em um novo e importante ator global. Seu papel na constituição do G20 foi fundamental. E sua participação é requisitada em discussões que envolvem comércio, finanças, meio ambiente, combate à fome e até mesmo governança global. Lula se converteu em personalidade respeitada em todo o planeta, ganhando o prêmio de Estadista Global em Davos, entre outros. Não por acaso vamos sediar a Copa do Mundo e as Olimpíadas.

O Brasil hoje se abre de forma inédita para o mundo. Ocupa espaços, como nunca antes, no cenário internacional. Com generosidade, tolerância e altivez. Sempre apostando no diálogo e no entendimento. Sempre acreditando na justiça e na paz. E sem jamais se mostrar disposto a sacrificar os interesses essenciais da nação. 

Nossas relações externas

O Brasil seguirá valorizando uma agenda positiva com seus vizinhos, promovendo a integração física, energética, produtiva, social e política da América do Sul, continente com o qual queremos associar nosso destino.

Mas, nossa política externa – universalista e multilateral – favorece a formação de um mundo multipolar. Apostamos numa aproximação Sul-Sul, sem que isso signifique um distanciamento dos Estados Unidos, União Europeia ou Japão.

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Responses

  1. Divulgação do artigo pela Revista Veja Brasil

  2. Divulgação do site Veja, Brasil

  3. Divulgação do artigo pela Revista Olha Brasil

  4. Divulgação do artigo pelo Jornal do Brasil


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