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A chamada camada pré-sal, até onde se sabe, é uma faixa que se estende ao longo de 800 quilômetros entre os Estados do Espírito Santo e Santa Catarina, abaixo do leito do mar, e engloba três bacias sedimentares (Espírito Santo, Campos e Santos). O petróleo encontrado nessa área está a profundidades que superam os 7 mil metros – abaixo de uma extensa camada de sal – que, segundo geólogos, conservam a qualidade do petróleo. Vários campos e poços de petróleo já foram descobertos no pré-sal, entre eles o de Tupi, o principal. Há também as jazidas de Guará, Bem-Te-Vi, Carioca, Júpiter e Iara (entre outros). A descoberta de que Tupi tem reservas gigantescas, fez com que os olhos do mundo se voltassem para o Brasil, aguçando o debate acerca da camada pré-sal. A ministra Dilma Rousseff tem dito que o Brasil apresenta amplas condições de se tornar, num futuro não muito distante, um dos principais exportadores de petróleo do planeta.

 

Será que alguém ainda possui alguma dúvida em relação às diferenças existentes entre o que foi “feito” durante o tucanato de D. FHC e o governo do presidente Lula? É apenas uma questão de considerar como parâmetros as inúmeras e absolutamente inquestionáveis realizações do atual governo: programas sociais (sólidos, articulados e estruturados); milhões de empregos formais gerados; planejamento estratégico para o desenvolvimento do país (PAC – Programa de Aceleração do Crescimento); organização dos fundamentos macroeconômicos (moeda estável); descoberta da camada pré–sal (auto–suficiência no setor petrolífero e, simplesmente, garantia de desenvolvimento futuro); política externa arrojada, independente e soberana, entre muitas outras ações. Tirem suas próprias conclusões, assistindo o vídeo institucional do PT que trata desses e de vários outros temas. 

Por uma mídia democrática 

Diuturnamente presenciamos os ataques – ora sutis, ora exacerbados – do golpismo midiático. Por vezes, ficamos indignados, estarrecidos; de fato, em boa parte das situações sentimo–nos impotentes e frustrados pela aparente sensação de que não podemos reagir dentro do processo democrático e do estado de direito (até mesmo porque, muitas vezes, o “estado é de direita”), dando um basta às manipulações da mídia neoliberal. Contudo, não precisa ser desse modo; muito pode ser realizado nessa área. Gleber Naimer (Secretário Nacional de Comunicação) e Venício Lima (Pesquisador Sênior da UnB) participarão da Conferência Nacional de Comunicação convocada pelo governo Lula, respondendo a antigas reivindicações dos setores mais democráticos e progressistas de nossa sociedade. O evento ocorrerá em Brasília entre os dias 14 e 17 de dezembro. Confira o que os conferencistas têm a dizer sobre os diversos temas que serão abordados na capital federal.  

A camada de ozônio ou ozonosfera (situada na estratosfera) é um filtro de proteção formado pelo gás ozônio (oxigênio concentrado) que protege a atmosfera das radiações liberadas pelo sol. O ozônio torna–se fortemente oxidante e reativo ao chegar à troposfera. Também utiliza sua forte radiação para conseguir impedir a passagem dos raios ultravioletas que se, porventura, chegassem à atmosfera acabariam com a vida no planeta. Em 1977, alguns cientistas descobriram um buraco na camada de ozônio na Antártida. Posteriormente, registrou-se que a fina camada de ozônio estava afinando ainda mais em diferentes regiões. Existem algumas substâncias químicas que são liberadas no ar e que provocam danos severos, como os clorofluorcarbonos e os hidrocarbonetos alifáticos halogenados (emissões poluentes). Tais substâncias ao chegarem à estratosfera reagem com o ozônio resultando em moléculas de oxigênio e de monóxido de cloro. Com o buraco na camada de ozônio, os raios ultravioletas conseguem penetrar pelo filtro de proteção e chegam até a atmosfera, provocando câncer de pele, cegueira, alergias; afetam, também, todo o sistema imunológico, deixando-o mais vulnerável, por exemplo, aos ataques de fungos e bactérias.

O aquecimento global, decorrente da destruição gradativa da ozonosfera, é um fenômeno climático que estabelece o aumento da temperatura média da superfície terrestre. Só nesse início de século, a temperatura do planeta subiu quase 2ºC – mais alta do que em toda a década de 60. As medidas a serem tomadas para conter o avanço do aquecimento global têm sido discutidas constantemente. Alguns cientistas apontam como causa do aumento das temperaturas no planeta o elevado nível de concentração de poluentes antropogênicos (provocados pelo homem) na atmosfera. O aquecimento global vem sendo evidenciado através de mudanças bruscas no processo de elevação das temperaturas no mundo. Estudos revelam que o fenômeno, inclusive, agrava a força dos furacões; acelera o derretimento das calotas polares, o que pode ocasionar, por exemplo, aumento da incidência de grandes enchentes e maremotos.

O carvão, utilizado nas usinas termelétricas, é uma das principais fontes de emissão de gases poluentes. Há estudos que afirmam que a simples redução da queima de carvão já seria mais do que o suficiente para reduzir a terrível ameaça das mudanças climáticas. Contudo, nada indica que, até o final do século XXI, o carvão deixe de ser empregado como principal fonte de geração de energia elétrica. Desse modo, podemos utilizar os EUA (cuja principal matriz energética é, precisamente, o carvão) como exemplo cabal da perenidade dessa fonte de energia e da ojeriza a qualquer meta de redução de CO2. Por outro lado, é importante salientar que, mantidos os níveis de consumo referentes a 2000, os norte–americanos acumularão reservas de carvão para mais 500 anos – com custos de exploração há muito amortizados, o que facilita a compreensão dos motivos para a geração termelétrica a carvão ser equivalente a 56,2% em sua matriz de geração. Metade da eletricidade consumida nos EUA é gerada em usinas que usam carvão como combustível, o que contribui para aumentar significativamente as emissões de gás carbônico do país e, conseqüentemente, em todo o planeta.

Pesquisa: Brasil Escola, EcoDebate, Ponto de Vista 

A violência afeta, ao menos, uma em cada três mulheres no mundo – segundo dados da Unifem. Quase a metade das mulheres assassinadas no mundo é morta pelo marido ou pelo namorado. No Brasil, uma mulher é espancada em cada 15 segundos, ou seja, 2,1 milhões por ano (segundo pesquisa da Fundação Perseu Abramo). Em 2008, 371 mulheres espancadas, esfaqueadas ou violentadas foram atendidas em Brasília. Trágico e, na maior parte dos casos, ignoto cotidiano da mulher no Brasil e demais países. Números como esses, reforçam o caráter imperativo das ações incisivas implementadas pelo governo Lula no setor. Nicéia Freire, Ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres e José Gomes Temporão, Ministro da Saúde – membros da equipe de governo diretamente empenhados em importantes projetos voltados à área de garantia e proteção dos direitos e segurança da mulher – expõem suas idéias a respeito do tema no vídeo acima.

A chamada revolução industrial (iniciada na Inglaterra e consolidada nos EUA); o crescimento desordenado das grandes metrópoles; o aumento gradativo e constante das emissões de substâncias químicas poluentes e o processo de devastação do meio ambiente natural, entre outros fatores, têm causado a destruição da ozonosfera (o chamado buraco na camada de ozônio) que, por sua vez, contribui para a ocorrência de anomalias no funcionamento do efeito estufa (forma que a Terra tem para manter sua temperatura constante) com o conseqüente aumento do aquecimento global (aumento da temperatura em todo o planeta Terra). Cerca de 90% da ozonosfera são constituídos de ozônio. O gás ozônio é uma espécie de “filtro solar” gigantesco que impede a penetração exorbitante de raios ultravioletas na atmosfera. A ausência desse “filtro”, ou sua destruição, transformaria nosso planeta – a morada de todas as formas de vida –, em virtude da incidência de temperaturas extremamente elevadas, num corpo celeste estéril e, simplesmente, desabitado. Entretanto, ao que tudo indica, apreciações científicas sólidas, cabais, sequer chegam a comover “lideranças”, sobretudo, dos países considerados desenvolvidos. De fato, os países industrializados condenaram, de forma intransigente, o rascunho do acordo sobre o aquecimento global elaborado em Copenhague, afirmando que o documento não faz grandes exigências aos países em desenvolvimento. Dezenas de milhares de manifestantes, em eventos espalhados pelos quatro cantos do planeta, imediatamente, repudiaram as críticas, exigindo “justiça climática“. Por outro lado, no Brasil, Julio Barbosa, Secretário de Meio Ambiente do PT, lembra que, no que diz respeito ao nosso país, “a imperativa defesa do meio ambiente não deve obstar os projetos relativos ao crescimento sustentado”. Assistam o vídeo referente ao Seminário Nacional de Meio Ambiente do PT.


 

 

A TV PT é uma plataforma de vídeo com três canais de execução de conteúdo. Os canais permitem que você assista à cobertura diária do Partido, além de vídeos institucionais e históricos. O sistema possibilita que o Internauta monte o seu próprio canal, gerando uma lista de execução própria. Clique na imagem acima para assistir

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